Neste contexto de pandemia do coronavírus tem ressaltado a realidade gritante dos trabalhadores autônomos e informais, que na ausência de proteção trabalhista e na dependência de seguirem no trabalho ou em busca dele ficam muito mais expostos e vulneráveis aos efeitos da crise.
Mais do que nunca, devemos olhar com toda atenção para a realidade destes trabalhadores a partir de suas experiências, reivindicações e formas de organização. É com esse Olhar que o Observatório do Trabalho Precário reproduz o programa Conjuntura em Movimento sobre o “Trabalho Ambulante: a luta pela sobrevivência e a experiência de Belo Horizonte”, conduzido pelo Secretário de Comunicação da Intersindical – Central da Classe Trabalhadora Pedro Otoni e que entrevistou os trabalhadores ambulantes Marcos Alexandre Cordeiro (o China) e André Luiz Altair.
Na entrevista os trabalhadores falam de suas experiências e o que os levou ao trabalho ambulante, refletem sobre a realidade econômica e o crescente aumento da informalidade, tratam das lutas e das reivindicações de políticas públicas que apontem para a regularização do trabalho no lugar da repressão, falam também do papel da Intersindical na organização dos trabalhadores ambulantes na cidade de Belo Horizonte, destacando a experiência do CATA – Centro de Apoio ao Trabalho Ambulante.
Acesse na íntegra a entrevista a seguir, e divulgue como forma de fortalecer e dar visibilidade a luta dos trabalhadores ambulantes, especialmente neste momento tão dramático pelo qual passa o Brasil e, de modo destacado, os trabalhadores precarizados.

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