Por Marianna Braghini Mês passado o país foi surpreendido por uma greve de caminhoneiros, com duração de aproximadamente oito dias, enfrentou dias tempestivos com falta de combustível generalizada nos postos. Aeroportos cancelando voos, supermercados estabelecendo limite de unidades por item comprado, filas com horas de espera para abastecer o veículo, unidades escolares e faculdades cancelaram aulas, o transporte público foi
Por Igor Figueiredo Nos últimos tempos tenho pensado muito na juventude brasileira, conversado com amigos e conhecidos de 18, 19 anos, alguns que acabaram de se formar no ensino médio, a maioria em escolas públicas. Como boa parte da juventude brasileira que conclui o ensino médio – geralmente entre os dezessete e os vinte anos –, estes meus conhecidos não
Por Juliana Bavuzo Os anúncios eram de chuvas melhores do que os dos últimos anos, que marcam a atual seca prolongada no semiárido brasileiro. Anúncios do guardar e esperançar. Também eram anúncios de menos gente indo pra colheita de café no sul de Minas. Anúncios de possibilidades de reorganizar os lugares dos fazeres. Das andanças no sertão do sudoeste baiano.
Por William Azalim Que o modo de produção vigente segue princípios alienantes não é novidade, desde os primeiros estudos sobre sua gênese. Novidade histórica, talvez, seja a preocupação com seus efeitos ambientais. Não que não saibamos, há tempos, que a questão ambiental é residual frente a questão econômica, no capitalismo. Porém, somente há algumas décadas, o esgotamento dos recursos e
Por Alisson Carvalho Qual a centralidade da informalidade para a história econômica recente do Brasil? Por que a informalidade aumenta tanto em momentos de crise? Há saída para o problema? Foi com o objetivo de responder essas perguntas que conversamos com o economista Gustavo Zullo, doutorando em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Segundo Zullo, “o mercado de
Por Marianna Braghini O tema a ser tratado neste artigo é norteado por dados acerca do trabalho feminino nos países da América Latina. A dissociação de gênero para tratar da questão trabalhista na vida do proletariado se faz necessária, em nossa sociedade as mulheres ocupam uma posição hierarquicamente inferior, por meio de princípios patriarcais, a relação de opressão estabelecida para
Por Igor Figueiredo Estudo realizado pelo DIEESE (2010)1 mostra que a taxa de mortalidade em acidentes no setor elétrico brasileiro foi 3,21 vezes maior entre os trabalhadores terceirizados do que entre os trabalhadores do quadro próprio das concessionárias de energia elétrica. Ainda de acordo com o DIEESE (2010), no ano de 2008 existiam cerca de 227,8 mil trabalhadores no setor