Pensando o Mundo do Trabalho

24
jun

Agricultura e construção de anúncios nos territórios dos fazeres

Por Juliana Bavuzo Os anúncios eram de chuvas melhores do que os dos últimos anos, que marcam a atual seca prolongada no semiárido brasileiro. Anúncios do guardar e esperançar. Também eram anúncios de menos gente indo pra colheita de café no sul de Minas. Anúncios de possibilidades de reorganizar os lugares dos fazeres. Das andanças no sertão do sudoeste baiano.

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20
jun

O trabalho com resíduos e o resíduo do trabalho: um olhar introdutório sobre as cooperativas de catadores de recicláveis

Por William Azalim Que o modo de produção vigente segue princípios alienantes não é novidade, desde os primeiros estudos sobre sua gênese. Novidade histórica, talvez, seja a preocupação com seus efeitos ambientais. Não que não saibamos, há tempos, que a questão ambiental é residual frente a questão econômica, no capitalismo. Porém, somente há algumas décadas, o esgotamento dos recursos e

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8
jun

Trabalho informal – Entrevista com Gustavo Zullo

Por Alisson Carvalho Qual a centralidade da informalidade para a história econômica recente do Brasil? Por que a informalidade aumenta tanto em momentos de crise?  Há saída para o problema? Foi com o objetivo de responder essas perguntas que conversamos com o economista Gustavo Zullo, doutorando em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Segundo Zullo, “o mercado de

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6
jun

Mulheres e trabalho na América Latina

Por Marianna Braghini O tema a ser tratado neste artigo é norteado por dados acerca do trabalho feminino nos países da América Latina. A dissociação de gênero para tratar da questão trabalhista na vida do proletariado se faz necessária, em nossa sociedade as mulheres ocupam uma posição hierarquicamente inferior, por meio de princípios patriarcais, a relação de opressão estabelecida para

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4
jun

A relação entre terceirização e mortalidade no trabalho: um olhar sobre o setor elétrico brasileiro

Por Igor Figueiredo Estudo realizado pelo DIEESE (2010)1 mostra que a taxa de mortalidade em acidentes no setor elétrico brasileiro foi 3,21 vezes maior entre os trabalhadores terceirizados do que entre os trabalhadores do quadro próprio das concessionárias de energia elétrica. Ainda de acordo com o DIEESE (2010), no ano de 2008 existiam cerca de 227,8 mil trabalhadores no setor

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