Passam das oito da noite da sexta-feira (14). “Estou desde meio-dia sem comer nada, meu filho. É muita correria, só dá tempo para tomar água”, diz à reportagem. Ele pausa o percurso para pegar fôlego. Logo volta a seguir viagem. O destino de Luciano Oliveira, de 44 anos, é um edifício na Paulista. Ali, manda uma mensagem informando que chegou.
De 92,3 milhões de ocupados no Brasil no ano passado, 11,5 milhões eram associados a alguma entidade sindical, de acordo com o IBGE. Isso corresponde a uma taxa de sindicalização de 12,5%, a menor da recente série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Em 2012, o percentual era de 16,1%. A queda pode estar associada ao
O trabalho informal, segundo o IBGE, tem contribuído para diminuir o desemprego, mas afeta a arrecadação previdenciária no País Dados divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira 31 mostram que o desemprego ainda atinge 12,5 milhões de pessoas. A taxa é de 11,8% no trimestre encerrado em setembro. Há um recuo de 100 mil no número de desempregados em comparação com o
A Pnad recém divulgada mostra uma leve queda no desemprego, porém um aumento na informalidade e queda nos rendimentos médios. A pesquisa divulgada pelo IBGE no último dia 30 de agosto mostra que a taxa de desemprego está em 11,8%, o que significa 12,57 milhões de brasileiros desocupados. No entanto, a redução do desemprego se dá por meio do aumento
O caminho para enfrentar as precariedades associadas ao trabalho informal e, em última instância, superar a própria condição de informalidade passa pela criação e fortalecimento de movimentos, organizações e entidades que sejam enraizadas no cotidiano dos trabalhadores. É com esse intuito que o portal Wiego (ver aqui) disponibilizou uma série de cartilhas acerca da organização da economia informal, que orienta no
Levantamento inédito da consultoria IDados, encomendado pelo Valor Econômico, mostra que 10,1 milhões de pessoas (41,7%) se viram como podem e sobrevivem com menos de um salário mínimo, hoje de R$ 998,00, por mês. A situação é pior ainda para outros 15% de trabalhadores (3,6 milhões), que conseguem rendimentos igual ou inferior a R$ 10 reais por dia, ou R$