No Brasil afetado pelo desemprego e precarização do trabalho, o empreendedorismo é a saída encontrada pelo governo e a grande mídia para mascarar a situação de informalidade e passar para os trabalhadores a responsabilidade de sair da crise criada pelo próprio governo. Segundo especialistas, essa tentativa busca eliminar a formalização do trabalho e privilegiar os patrões. Welington Lavesman Ribeiro é
Ensinam Dardot e Laval que o neoliberalismo tem que ser entendido como uma racionalidade; algo que organiza tanto a ação dos governantes quanto a dos governados; uma lógica que rege as relações de poder e as maneiras de governar e que é capaz de conferir sentido às práticas e limitar o horizonte de reações ao sistema, pois nada além dele
Em 2008, a Lei Complementar n.º 128 criou a figura do MEI (Microempreendedor Individual) que facilita o processo de formalização de profissionais autônomos ou pequenos empresários. Em grande medida, tratam-se de trabalhadores precarizados, alojados numa forma jurídica que tende a ocultar a precarização e a ausência de direitos trabalhistas. O Observatório do Trabalho Precário apresenta um levantamento feito pelo jornal
As relações de trabalho vêm sofrendo significativas mudanças com a ampliação da terceirização, pejotização e também com os aplicativos que atuam intermediando serviços, como Uber, iFood e Rappi. Para discutir esse processo, que ganhou o nome de “uberização”, e trazer novas informações sobre o tema aos ouvintes, o SindCast #09 conta com a participação de Ludmila Abílio. Ela é doutora